domingo, 18 de março de 2012

SEGURANÇA PÚBLICA EM NITERÓI,OMISSÃO DO PODER PÚBLICO


SEGURANÇA PÚBLICA EM NITERÓI.

ME PREOCUPA MUITO A UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE,ESTAR PREOCUPADA COM A SEGURANÇA PÚBLICA EM SU CAMPOS E ADJACÊNCIA.ACREDITO QUE O MELHOR SERIA SE A UNIVERSIDADE APRENTASSE UM PROJETO NA ÁREA DE SEGURANÇA PÚBLICA CONTEMPLACE O SEU CAMPOS ,BEM COMO PARA A CIDADE NA QUAL ELA ESTÁ INCERIDA.NÃO PODEMOS CRIAR UMA REDOMA.TODOS SABEM QUE OS ALUNOS QUE FREQUENTAM A UNIVER...SIDADE FAZEM PARTE DA CIDADE,CIRCULAM NELA,VIVEM NELA.PORTANTO QUALQUER PROJETO QUE VENHA A TRATAR DA SEGURANÇA´PÚBLICA ,DEVE-SE LEVAR EM CONTA A CIDADE COMO UM TODO.É IMPORTANTE QUE A UNIVERSIDADE ESTEJA PREOCUPADA COM A SEGURANÇA DE SEUS ALUNOS E PROFESSORES DENTRO DO CAMPUS,MAS É PRECISO QUE ELA ENTENDA,QUE ESTES MESMOS ALUNOS E PROFESSORES NÃO ESTÃO RESTRITO SOMENTE AO CAMPOS UNIVERSITÁRIOS.MAS SIM A CIDADE COMO UM TODO.cOMO A UNIVERSIDADE ESTÁ SOB A GERÊNCIA DO MEC,É NATURAL QUE REIVINDIQUE INVESTIMENTOS DO MEC NO QUE TANGE A SEGURANÇA PÚBLICA PARA SEUS ALUNOS E PROFESSORES.AGORA NÃO PODEMOS ESQUECER QUE EM 2010,A UNIVERSIDADE EM PARCERIA COM A ONU UM-HABITATE,CONLESTE.NÃO APRESENTOU UM PROJETO DE SEGURANÇA PÚBLICA QUE CONTEMPLACE OS MUNICÍPIOS QUE COMPREENDE O EIXO LESTE FLUMINENSE,EM ESPECIAL NITERÓI,ONDE FICA A UNIVERSIDADE.pESQUISADORES DE RENOME NÃO FALTA.POSSO CITAR UNS TRÊS,PROFESSOR kANTI,ANA PAULA MIRANDA,PROF. JORGE.UMA COISA TEM QUE FICAR CLARO.sEGURANÇA PÚBLICA É PARA TODOS.NO MOMENTO NÃO ADIANTA DISCUTIR E IMPLANTAR A SEGURANÇA PRIVADA,UMA VEZ QUE A POPULAÇÃO DE NITERÓI NÃO PODE SER REFÉM DA BANDIDAGEM.ELA PRECISA LEVAR SEUS FILHOS PARA A ESCOLA,PRECISA IR AO SUPER MERCADO,TER SUA VIDA SOCIAL ,E OUTROS DIREITOS CONSTITUCIONAL.NÃO É HORA DE SE DISCUTIR SEGURANÇA PÚBLICA COM INTÚITO DE RESOSOMENTE O PROBLEMA LOCALIZADO.É PRECISO PENSAR A CIDADE COMO UM TODO.RECENTEMENTE A UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE,FEZ PARCERIA COM O 12º BPM,NA GESTÃO DO TENETE CORONEL PAULO HENRIQUE PARA DAR SUPORTE A UNIVERSIDADE NA ÁREA DE SEGURANÇA PÚBLICA,NO ENTORNO DA UNIVERSIDADE E CAPACITAÇÃO PARA OS VIGILANTES.aCREDITO QUE NÃO É PELO FATO DA MUDANÇA DE COMANDO,QUE ESTE ACORDO E PARCERIA NÃO EXISTA MAIS.COMO LEIGO NO ASSUNTO DE SEGURANÇA PÚBLICA,JÁ QUE DISCUTO INSEGURANÇA PÚBLICA,RECOMENDO AOS ESPECIALISTAS E OUTROS,QUE SÓ VAMOS RESOLVER AS QUESTÕES INERENTES A SEGURANÇA PÚBLICA EM NITERÓI,QUANDO TODOS VEREM A CIDADE COMO PARTE DE CADA UM.o MINISTÉRIO DA JUSTIÇA,ATRAVES DAS SUAS 94 AÇÕES DO PRONASCI,EM CONVÊNIO FEDERATIVO COM OS GOVERNOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS,DISPONIBILIZOU RECURSOS PARA QUE PROJETOS LOCAIS E ESTRUTURAIS FOSSEM IMPLANTADOS NO MUNICÍPIO E ESTADO.INFELIZMENTE ,OS RECURSOS FICARAM NA CONTA DO BANCO DO BRASIL,POR FALTA DE PROJETOS.CONHOJE PAGAMOS PELA OMISSÃO DO PODER PÚBLICO POR NÃO FAZER GESTÃO COMPARTILHADA E ARTICULADA.SE NITERÓI E DEMAIS MUNICÍPIOS CONVÊNIADO COM O PRONASCI/MINISTÉRIO DA JUSTIÇA HOJE SE ENCONTRA NESTA SITUAÇÃO,É RESPONSABILIDADE DOS GESTORES PÚBLICOS,QUE NÃO HONRRARAM OS COMPROMISSOS COM O CONVÊNIO FEDERATIVOS QUE FIRMARAM.cASO A POPULAÇÃO TENHA ALFUMA DÚVIDA DO QUE ESTOU FALANDO E AFIRMANDO,FAÇA UMA PESQUISA JUNTO AO mINISTÉRIO DA jUSTIÇA PRONASCI.o ATUAL MINISTRO DA JUSTIÇA EM RECENTE REUNIÃO NO PALÁCIO GUANABARA COM O DEPUTADO RODRIGO NEVES DO PT,E O GOVERNADOR SERGIO CABRAL,COBROU DO DEPUTADO A AUS~ENCIA DE PROJETOS PARA A SUA PASTA DESDE 2007.jÁ FALEI O BASTANTE.MAIORES INFORMAÇÕES PROCUREM O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA;PRONASCI,OU OS ORGÃO QUE FIZERAM O CONVÊNIO FEDERATIVO E NÃO CUMPRIRAM,E TEM MAIS,SEI MUITO BEM O QUE FALO.

terça-feira, 13 de março de 2012

MIGRAÇÃO NOS MUNICÍPOS DO EIXO LESTE FLUMINENSE.


MIGRAÇÃO NOS MUNICÍPOS DO EIXO LESTE FLUMINENSE.


INDUSTRIA DO PETRÓLEO,INDUSTRIA DO CRIME,UPPs,ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA,PROCESSO DE FAVELIZAÇÃO.

Muito se tem falado ,especulado,que o processo de migração de bandidos para os municípios do eixo leste fluminense,deve-se ao fato da implantação das Unidades de Pólicia Pacificadoras na Cidade do Estado do Rio de Janeiro. Embora até o momento não existe indicadores oficiais que comprove a veracidade dos fatos uma coisa é certa.O índice de criminalidade vem aumentando em alguns municípios que compõe o eixo leste fluminense,ainda mais se levarmos em conta a proximidade com o Pólo Petroquímico do Estado do rio de Janeiro,[COMPERJ].
Agora,precisamos levar em conta alguns fatores que levaram os municípios do eixo leste fluminense a serem impactados com as grandes demandas por conta do fluxo de migração.Já a partir de 2007,a sociedade civil organizada ,principalmente as que pertenciam os municípios que integram o eixo leste fluminense,foram convidados pela Petrobras a discutirem os impactos causados pela implantação do Comperj.Diversos municípios que compreende o eixo leste fluminense se organizaram em caravanas e começaram a discutir os diversos eixos temáticos que poderiam trazer impacto aos municípios.Tivemos várias reuniões nos municípios de Itaboraí,Tanguá,Rio Bonito,Niterói e outros. Onde por conta desses encontros se criou as regionais ,onde cada município discutiria as suas demandas e levariam para a Petrobras.Nesta mesma ocasião foi criado também o Conselho Comunitário do Pólo Petroquímico do Estado do Rio de janeiro,onde Vários segmentos da sociedade civil tinha acento.Representando a sociedade civil de Niterói,estava a Federação de Associação de Moradores de Niterói[FAMINIT ],onde como representante fazia parte da regional com seus membros.Vários eixos temáticos eram discutidos e deliberados nestas reuniões.Somente dois não se discutia,que era Segurança Pública e Justiça.Por entender que segurança pública e justiça não poderia ficar fora de pauta,questionei por diversas vezes as coordenações dos eventos,inclusive nas plenárias.Lamentavelmente não havia representante oficias da pasta nas discussões.Eu justificava o tempo todo que devido o grande empreendimento não justificava a ausência do eixo temático segurança pública e justiça.Fui claro e direto ,quando disse que aumentaria o fluxo de migração para os municípios do eixo leste fluminense,e dentro deste processo de migração viria muitos bandidos,traficantes,estelionatários ,especuladores de terras e outros.Infelizmente meu apelo foi em vão.Em um fórum de Segurança Pública,realizado na Universidade Estadual do Rio de Janeiro,levei pessoalmente esta demanda ao secretário Estadual de Segurança Pública José Mariano Beltrame,que com toda propriedade respondeu; Só posso ir aonde eu for convidado.Minutos depois entrei em contato com o coordenador do projeto e Agenda 21,Rogério Rocco,que imediatamente entrou em contato com a secretaria de segurança pública ,onde formalizou o convite.Em encontro posterior ,fui informado que já havia sido designado uma pessoa para fazer parte das discussões do eixo temático segurança pública,diretamente com a direção da Petrobras.O que no meu ponto de vista foi um grande avanço.Posteriormente participei de um seminário na Universidade Fluminense,realizado pela ONU-UM-HABITAT,Progrma das Nações Unidas para Assentamentos humanos,que apresentaria um diagnóstico das áreas impactadas pelo Pólo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro.Onde estavam presentes todos os prefeitos dos municípios do eixo leste fluminense,representantes da ONU,Consórcio de Desenvolvimento do Eixo Leste Fluminense [CONLESTE], BNDES,Ministério das Cidades[onde o ministro Marcio fortes ,representava a pasta.] outras autoridades.Infelizmente tive que quebrar o protocolo e questionei o porque a ausência dos indicadores da segurança pública nos estudos,houve um mal estar,mas o coordenador do evento e representante da ONU,Oscar Mamelengo,alegou,que embora não tenha feito o diagnóstico,isto poderia ser feito mais tarde desde que houvesse uma solicitação,o que não concordei.Mas me parece que hoje em 2012,já existe este diagnóstico,conforme determinação do secretário de Segurança.Maiores detalhes entrar em contato com o Instituto de segurança Pública [ISP],aproveitem e vejam a análise espacial criminal.Ver: www.isp.rj.gov.br

Resolvi traçar estes paralelos pelo fato de ter observado,que aos longos dos anos o crime já vinha migrando para os municípios do eixo leste fluminense,Todos nos sabemos que aonde existe dinheiro,homens e empreendimento o crime migra.A industria do crime investe assim como qualquer industria,ela também tem a sua logística,informações e capital de giro.Portanto ela cresce como qualquer atividade lucrativa.No caso de Niterói,tem um índice de desenvolvimento humano[IDH] acima dos demais municípios do eixo leste fluminense,A renda percapita é alta,crescimento imobiliário,processo de favelização em alta,onde a mão de obra com pouca escolaridade e vulnerável é um diferencial.Isto sem falar nas Regiões que apresentam um grande patrão de vida,onde geralmente moram os grandes executivos e empreendedores.Agora é preciso se fazer uma reflexão ao dizer que somente a instalação das UPPS no rio de Janeiro é responsável pelo Suposto fluxo de migração de Bandidos para os municípios do eixo leste fluminense.


Tião Cidadão. [Ex. Conselheiro [Conselho Comunitário do complexo do Pólo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro.
Ex. Presidente do Conselho comunitário de Segurança Pública CCS/AISP 12 Niterói.


Niterói,13 de março de 2012.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Bullying NA ESCOLA DE NITERÓI É CONSTANTE.

Bullying NA ESCOLA DE NITERÓI É CONSTANTE.

É um absurdo o que vem ocorrendo com o meu neto na Escola Estadual cizinio Pinto
Soares,localizada no Bairro são Francisco em Niterói.
Meu neto foi transferido da Escola Estadual Leopoldo Fróes em Niterói,devido a falta constante de professores,fazendo com que ele ficasse de 2 a 3 tempo ocioso na escola.Transferido para a Escola Estadual Cizinio Soares Pinto,o sofrimento dobrou.Por ter 13 anos e franzino,vem sendo espancado constantemente pelos alunos maiores.Recentemente ,por está resfriado e com Corina,ao limpar o nariz,o professor de história,o acusou de estar cheirando cola na sala.Sabendo da acusação fui pessoalmente á escola e levei o fato a direção,nada foi feito.Segundo a direção o professor estava brincando.Só que as demais crianças levaram a brincadeira a sério,e isto está rendendo até hoje.Segundo a diretora da escola,o professor vai chamar os pais para se desculpar.O problema mais agravante é que os alunos agressores alegam ser morador das favelas adjacentes e que possuem armas.Intimidam o tempo todo os alunos e professores.Hoje meu genro foi na escola para conversar com a diretora,o que ouviu foi,seu filho é muito bôbo,porque o senhor não tira ele daqui e retorna a antiga escola.Meu genro respondeu que não educa seu filho para ser esperto,já que os espertos na comunidade morrem cêdo.Na escola não existe diciplina.Os alunos mijam em garrafas e espalham as urinas em vários locais.ameaçam funcionários e as crianças menores.Esta semana um indivíduo se dizendo professor de educação física,recrutou vários alunos na porta da escola e levou para a praia de São Francisco para praticar esporte,sem que a direção da escola tomasse conhecimento.A escola tem várias câmaras de monitoramento,será que a direção da escola não sabe o que está acontecendo.A idéia que tenho é que toda a direção da escola virou refém de alunos ,que já estão numa faixa etária que deveriam estar em outros programas educacionais.Mas a direção da escola não tem coragem de se pocisionar.Estão esperando acontecer uma desgraça ,como a de realengo,para depois tomar providência.Se alguma coisa acontecer ao meu neto vou responsabilizar juridicamente a todos por omissão,inclusive o Estado. Esta notificação estarei encaminhando ao Subsecretário de Estado da Região Metropolitana Alexandre Felipe Vieira Mendes,para que tome ciência,e tome medidas cabíveis junto a Secretaria Estadual de Educação.
Acredito que está na hora de se levar a sério o bullying nas escolas,dêem o nome que quiserem,mas isto é uma atitude criminosa e deve ser tratada como tal,inclusive a omissão das direções.

1. O que é bullying?

Caso Casey Heynes
A opinião dos especialistas sobre a omissão da escola.

Mais sobre Bullying
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• Cyberbullying: a violência virtual
• Bullying: é preciso levar a sério ao primeiro sinal
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• Adriana Ramos responde as dúvidas dos leitores
Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

Sebastião da Silva [Tião Cidadão]
Pai e avô de alunos matriculados nesta escola
Membro participativo do fórum da criança e adolescente de Niterói
Presidente do conselho Comunitário de Segurança Pública de Niterói [CCS/AISP 12 Niterói ]

Niterói 11/05/2011

domingo, 24 de abril de 2011

É preciso investir na educação básica, respeitando os indicadores da educação

É preciso investir na educação básica, respeitando os indicadores da educação
.por Sebastião Da Silva Silva, domingo, 24 de abril de 2011 às 09:38.Um dos maiores problemas enfrentado na área de capacitação profissional é a baixa escolaridade de nossos jovens.Principalmente os grupos que vivem em vulnerabilidade social.Segundo os indicadores,muitos abandonam as escolas antes de completar o ensino fundamenta.O que temos hoje são jovens no mercado informal do trabalho,ou regrutado pelo narcotráfico.A profissionalização de nossos jovens é importante.Agora mais importante ainda é mante-lo na escola.Mas para que isto aconteça é preciso investir na educação básica,investimento este de todas as ordens.

Formação continuada dos professores,dentro do seu horário de trabalho,implantação do Plano Nacional de Educação,compatível com a realidade do país e suas demandas.Monitoramento e controle nas aplicações dos recursos do FUNDEB,e outras medidas que tornem a escola atraente.As escolas não acompanhou as evoluções técnológicas onde estes jovens estão inceridos.Usa-se ainda método arcáico na educação,o que contraria e afasta os jens das escolas.

A escola não pode e não deve ser simplismente um local onde as crianças passam a maior parte do tempo ociosa.Hora por falta de professores,que por ter baixa remuneração estão abandonando a profissão,principalmente nas escolas públicas,onde os grupos em vulnerabilidade social são os mais prejudicados.A idéia que temos hoje é que as escolas pública são locais onde as crianças vão para poderem fazer aquilo que muitas das vezes não conseguem fazer em casa que é fazer as suas refeições.Acredito que a presidenta Dilma deve estar atenta a esta realidade.É inadimissível que o Governo despreze os indicadores da educação,que aponta justamente ao contrário da proposta da Presidenta,que é investir na educação básica.Tenho esperança que a presidenta Dilma vai rever sua posição.Afinal ela foi eleita com um número de voto expressivo,justamente do segmentos vulneráveis socialmente.

Sebastião da Silva [Tião Cidadão] Niterói,24/04/2011

Dilma lançará programa para dar ensino técnico a 3,5 milhões de trabalhadores até 2014

Geralda Doca e Martha Beck Tamanho do texto A A A

BRASÍLIA - Para enfrentar um dos maiores desafios da área educacional no país, a qualificação técnica e profissional, o governo lançará nos próximos dias o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), um plano ambicioso que será executado pelos ministérios da Educação, da Fazenda e do Trabalho. O programa prevê, entre outras medidas, treinamento de alunos do ensino médio, de profissionais reincidentes no uso do seguro-desemprego e de beneficiários do programa Bolsa Família, além de incentivos a empresas privadas para formação de seus quadros. A meta é capacitar 3,5 milhões de trabalhadores até 2014, começando este ano com 500 mil.



EDUCAÇÃO : Governo já autorizou contratação de mais 2.800 professores



A iniciativa será lançada pela presidente Dilma Rousseff, em cerimônia no Palácio do Planalto. É a primeira ação concreta de seu governo para tentar solucionar o problema da falta de mão de obra qualificada no país, agravada com o crescimento da economia e da demanda por obras e serviços. Por isso, o foco será nos setores mais carentes de profissionais especializados, como construção civil, tecnologia da informação e serviços (hotelaria e gastronomia, por exemplo).



Porta de saída para o Bolsa Família



A ideia de incluir os beneficiários do Bolsa Família é uma resposta às críticas de que o programa não oferece portas de saída, ou seja, não oferece condições para que as pessoas deixem de ser dependentes da ajuda do governo federal. Serão qualificados 200 mil beneficiários do programa nos próximos quatro anos, de acordo com escolaridade, faixa etária e demanda de trabalho no local onde moram as famílias.



Os cursos de formação serão realizados por institutos federais de ensino técnico, escolas estaduais e pela rede do Sistema S - os serviços nacionais dos grandes setores econômicos, como os da indústria (Senai) e do comércio (Senac). O Programa de Financiamento Estudantil (Fies) será ampliado para o ensino técnico. Os empresários que tiverem interesse em oferecer capacitação a seus funcionários poderão se credenciar. Os alunos terão acesso a financiamentos com taxas de juros mais baixas.



O Pronatec será criado por projeto de lei, porque altera várias regras, como a do seguro-desemprego, por exemplo. Como o governo tem pressa, a proposta deverá ser enviada ao Congresso com pedido de tramitação em regime de urgência. Ações já desenvolvidas pelo governo na área educacional, como a expansão das escolas técnicas federais, foram reforçadas e incluídas no Pronatec. Será anunciada a criação de mais 120 centros de formação. O Estado do Rio terá pelo menos quatro novas unidades.



Também fará parte do Pronatec o programa Brasil Profissionalizado, do Ministério da Educação. A intenção do governo é aumentar o repasse de recursos aos governadores que quiserem ampliar, reformar ou construir escolas estaduais de ensino profissionalizante. O governo do Estado do Rio vai assinar convênio com a União para fazer parte do programa.



O Brasil Profissionalizado começou a ser implementado em 2008 e repassou verba federal para reforma e ampliação de 543 escolas estaduais de ensino técnico e construção de outras 176. Para este ano, está programado o repasse de R$ 320 milhões. Até 2014, deverão ser formados nessas escolas 186,7 mil alunos.



O Pronatec prevê também forte ampliação da parceria com o Sistema S em todo o país, tanto na formação de alunos do ensino médio quanto no treinamento de trabalhadores beneficiários do seguro-desemprego, gratuitamente. A meta fixada para o Sistema S prevê que, a cada ano, 115 mil estudantes e 270 mil desempregados passem pela rede.



Segundo uma autoridade do governo envolvida na elaboração do programa, a qualificação dos beneficiários do seguro-desemprego vai começar de forma gradual, porque não há condições (de infraestrutura e de número de professores) para atender a todo o contingente de trabalhadores. Em 2010, receberam o seguro-desemprego 7,4 milhões de trabalhadores.



Inicialmente, o curso será destinado aos reincidentes no uso do seguro, que serão encaminhados pelas Delegacias Regionais do Trabalho (DRTs), pelas agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine) ou pela Caixa Econômica Federal, que paga o benefício. O foco nos setores de construção civil e de serviços está relacionado às grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e aos eventos da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas do Rio, em 2016.



Já a formação técnica em tecnologia da informação se explica pelo fato de que a informática está presente em praticamente todas as profissões atualmente e é importante no plano brasileiro de aumentar o grau de inovação na economia. A demanda nessa área é crescente, de 70 mil profissionais por ano.











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sexta-feira, 22 de abril de 2011

AUMENTA O ÍNDICE DE CRIMINALIDADE EM NITERÓI E MARICÁ

Enquanto dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam redução de crimes no Estado, registros nos municípios de Niterói e Maricá sobem e não acompanham queda

Os números de roubos a coletivos em Niterói e Maricá saltou 80% em fevereiro deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado. Os casos de roubo de veículos cresceram 31% e o de assaltos a estabelecimentos comerciais subiram 36% nesses dois municípios. Os dados são do último balanço da criminalidade divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio. Niterói e Maricá também não acompanharam a tendência de queda dos índices de homicídios do estado do Rio.

Enquanto os números estaduais de mortes violentas caíram 23,5%, Niterói e Maricá apresentaram uma escalada de 46% nesses índices.

Em fevereiro de 2011 foram registrados 19 homicídios na região, contra 11 no mesmo período do ano passado. A maioria dos casos ocorreu na área da 82ª DP (Maricá), que teve sete ocorrências. Os demais aconteceram na jurisdição das seguintes delegacias de Niterói: 76ª DP (Centro), com duas ocorrências; 78ª DP (Fonseca), com quatro casos; 79ª DP (Jurujuba), com dois registros e 81ª DP (Itaipu), com quatro. As tentativas de homicídios também apresentaram aumento de 30% na região.

“Os números chamam atenção porque este ano o carnaval (época em que tradicionalmente ocorrem mais crimes) ocorreu em março e não em fevereiro como em 2010”, alega o comandante do 12º BPM, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, para tentar justificar os números.

Ele também afirma que mudanças na forma de captação dos dados também teriam contribuído para o aumento no número de crimes. “Esse ano, o ISP passou a considerar os autos de resistência (morte em confronto com a polícia) como letalidades violentas. No ano passado, esses índices ainda eram apresentados separadamente. Das 19 mortes apresentadas pelo ISP em fevereiro de 2011, 8 foram autos de resistência”, acrescenta sem explicar por quê, apesar de também serem atingidos por essas variantes, demais municípios apresentaram queda nos indicadores de violência.

A escalada da violência da cidade parece não ter freio. Em março, um crime brutal ocorreu na Região Oceânica, área de jurisdição da 81ª DP. Na ocasião, a decoradora Amaly Olympia de Vasconcelos Taiul, de 53 anos, foi morta a pedradas quando dormia em sua residência, na Rua Frei Orlando, em Piratininga. Um pedreiro que prestou serviço para a vítima foi preso dias depois acusado do homicídio.
O rapaz de 19 anos, aparentando problemas mentais, teria revelado detalhes do crime ao então delegado da distrital, Adílson Palácio.





O FLUMINENSE

quarta-feira, 20 de abril de 2011

"EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO!"

Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília...
critica o cinismo dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas.
Guedes desafia a todos que tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir : "Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro". Leia o artigo na íntegra.
Eles ajudaram a destruir o Rio.
É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.
Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barezinhos de Ipanema e Leblon.
Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.
Quanto mais glamoroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.
Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca e brasileira, por extensão.
Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.
Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.
Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta.
E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.
Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacueras, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.
Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado.
São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem.
Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes:

"EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO!"



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quinta-feira, 31 de março de 2011

DEU NO JORNAL FLUMINENSE

Tamanho da fonte: A- A+ Por: Fernanda Pereira 30/03/2011
Wolney Trindade está em busca de recursos para reativar Centro de Monitoramento da Guarda. Imagens de algumas ruas do Centro e Icaraí serão captadas em tempo real
As ações de combate ao crime em Niterói receberão reforço tecnológico. O Centro de Monitoramento da Guarda Municipal, inaugurado em 2005 e atualmente inoperante, deverá ser reativado pela Prefeitura até o fim do ano.
Projeto da secretaria de Segurança e Controle Urbano busca financiamento junto ao Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) para aquisição de 30 câmeras de segurança que deverão ser instaladas nas principais ruas do Centro, como Avenida Amaral Peixoto, Visconde do Rio Branco e Barão do Amazonas, além de vias de Icaraí como Moreira César, Gavião Peixoto e Miguel de Frias.
O secretário da pasta, Wolney Trindade, informou que nos próximos dias vai se reunir com o prefeito Jorge Roberto Silveira e com membros do Conselho Comunitário de Segurança de Niterói para tratar do assunto. Como as câmeras serão doadas, caberá ao Governo Municipal apenas a manutenção dos equipamentos e o pagamento do pessoal, estimado segundo o secretário, em torno de R$ 60 mil mensais.
“Acho até pouco para a segurança que isso pode gerar. Nada que se gaste na área de saúde, educação e segurança pode ser considerado exagero. Porque são essas áreas que garantem a qualidade de vida das pessoas”, avalia.
Segundo o secretário, a verba será utilizada para a manutenção dos equipamentos, instalação de novos televisores e recuperação na estrutura física do prédio, que fica na Rua Cadete Xavier Leal, no Centro. Garantirá também o pagamento de pelo menos 48 guardas municipais para operar o sistema 24 horas, levando em consideração o período de trabalho de 6 horas diárias e as escalas de folga. Parte dos 100 guardas que serão contratados esse ano por concurso público deverão atuar no local.
Wolney informou ainda que vai encaminhar ofício ao comandante do 12º BPM, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, solicitando que ele treine esses guardas para que aprendam a identificar situações de perigo. O secretário quer ainda que a Central tenha uma linha direta com o batalhão, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) e delegacias regionais para agilizar as ações da polícia. Wolney fez críticas ao sistema utilizado anteriormente.
“Tínhamos uma linha telefônica comum e sempre que nossos guardas viam algo suspeito, entravam em contato com a Central 190 da PM. Muitas vezes, as atendentes não sabiam onde ficava Niterói. Tínhamos que dar uma série de informações e até a polícia ser enviada ao local, o criminoso já tinha fugido. Quero um telefone que quando a gente tire do gancho, já esteja falando com a sala de operações do 12º BPM”, ressalta.

Central - Apesar de apoiar a iniciativa, o comandante Paulo Henrique Moraes, informou que os órgãos precisam dialogar mais.
“Temos que evitar esses esforços paralelos e agirmos de maneira conjunta. Essa semana, eu e o secretário José Mariano Beltrame conversamos com a Câmara de Niterói a respeito de um Centro de Monitoramento que englobe Defesa Civil, Secretaria de Trânsito, Guarda Municipal e Polícia Militar, a exemplo do Centro de Operações instalado na cidade do Rio. Eu ofereci um espaço no 12º BPM e os vereadores estão esboçando um projeto. A partir daí, vamos pleitear investimentos privados. Se todos agirmos juntos poderemos ter grandes conquistas”, defendeu.
O presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Niterói, Sebastião da Silva, informou que esse projeto precisa ainda ser aprovado pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) e que isso precisa ser feito o quanto antes. O Conselho se reunirá nesta quinta-feira para tratar alguns pontos do projeto.
“O Centro de Monitoramento pode ser muito útil para a cidade, desde que atenda a critérios técnicos. As Câmeras não podem ser instaladas aleatoriamente e muito menos atendendo a interesses individuais. O papel do Conselho será acompanhar o processo para garantir que os pontos monitorados sejam escolhidos de acordo com a mancha criminal da cidade”, explica.
Abandono – Inaugurado em janeiro de 2005, pouco tempo depois o espaço, segundo o secretário, começou a sofrer sucateamento. Das 19 câmeras instaladas na época, apenas três estão funcionando, sendo que duas delas captam apenas a movimentação na rua onde funciona a central. A terceira ainda possui imagens da estação das Barcas, na Avenida Rio Branco. Outros cinco televisores mostram apenas uma tela preta.
“As câmeras foram sendo destruídas aos poucos. Algumas por acidentes de trânsito, outras por falta de manutenção e teve uma que foi retirada durante as obras do corredor viário na Alameda São Boaventura, que não voltou pro lugar. Dos poucos funcionários que restaram, apenas cinco ficaram no local para garantir a segurança do espaço”, conta Wolney.


O FLUMINENSE