QUE DEBATE REALIZAR? COMBATER A VIOLÊNCIA OU POLITICA PÚBLICA DE SEGURANÇA - I PARTE
“O PLANETA É PRESIDIDO POR TODA FORMA DE VIOLÊNCIA, SENDO A MAIOR DELAS A PERDA DA CAPACIDADE HUMANA DE ESCANDALIZAR-NOS, FALTANDO-NOS COMO HUMANIDADE”
Ricardo B. Balestreire.
A percepção de violência existente no meio da sociedade está focada na maciça cobertura dos meios de comunicação, e que está relacionada a violência urbana (assaltos, seqüestros, troca de tiros entre bandidos, troca de tiros entre policiais e bandidos, assassinatos entre outros tipos), no entanto, outros tipos de violência existem e com a mesma crueldade. Nos casos da violência contra crianças e adolescentes a crueldade em muitos crimes é injustificada. Aliás crianças e adolescentes são as maiores vitimas da violência. A ausência do estado em conjunto com negligencia e omissão dos pais e da sociedade faz com que a situação da infância e adolescência seja uma verdadeira tragédia.
Existe na atualidade uma violência gratuita. O que leva essa gratuidade? Seria a influencia das drogas, o sentimento de impunidade que tem imperado em nosso meio, seria a existência de uma legislação em que tudo é permitido, ou ainda a incapacidade do poder público de dar uma resposta efetiva para a situação. Ausência de valores ou todas essas situações juntas. A violência tem feito parte de nossa rotina já um tempo, seja ela urbana, rural, doméstica ou qualquer outro tipo existente. A verdade, é que a violência ultrapassou todos os limites que a sociedade poderia suportar. No entanto o que chama atenção é a banalização da vida, levando a perda de seu valor. O debate tem sido intenso em todas as partes do mundo e no Brasil não tem sido diferente. As causas encontradas como justificativa pelo aumento da violência são diversas sem no entanto que se chegue ao consenso. A maior dificuldade no entanto está na forma do debate e por como conseqüência o encontro da solução correta.
Influenciada pelos meios de comunicação, sociedade e poder público fortalecem uma visão equivocada no debate e nas soluções apresentadas. A situação que vivemos nos leva a encontrar soluções emergenciais e cada vez mais longe de resolver uma situação cada dia mais critica. Essa dificuldade encontrada por sociedade e poder público se deve o modelo construído para o debate que prima por debater os efeitos em detrimento das causas que tem levado ao aumento da violência. Por exemplo, especialistas conclui que a violência é determinada pela complexa combinação entre fatores externos e características inatas do ser humano, o que tem levado a conclusão de que apesar de fortes indícios, pobreza, miséria e discriminação estejam relacionadas à violência não existe nenhuma correlação clara de que esses fatores são os únicos responsáveis ou os mais determinantes pela violência. Um exemplo nesse sentido é que países mais desenvolvidos sócio-econômico possuem outros fatores que também podem influenciar o nível de violência. Entretanto no Brasil o “combate” a violência continua sendo realizada no meio da população mais pobre como nas favelas por exemplo esquecendo dos bandidos que moram nos bairros de classe alta e média assim como seus condomínios de luxo.
Então a pergunta que deveríamos realizar pra iniciar o debate seria: O que devemos fazer para que possamos enfrentar de forma correta essa situação? A resposta encontrada não existe outra. Formular uma POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA. Ou seja uma resposta óbvia certo, mas no entanto não é isso que encontramos na relação entre sociedade e poder público. Entrevistando os jovens a resposta dada por eles é “de que infelizmente tanto a sociedade quanto as autoridades não escutam quem esta sofrendo com toda a violência”. Outra resposta é de que “todos só pensam que a violência e a da rua, mas e as que sofremos nas escolas, nos clubes, na nossa casa e em lugares que devemos estar seguros”. Ou seja o que falta na realidade é termos a clareza da existência de outros tipos de violência e que ela é tão perversa quanto à encontrada todos os dias nos meios de comunicação. Outro ponto importante que os jovens colocam está no futuro, o que estamos fazendo para que lá na frente essa situação esteja diferente. Para que isso aconteça faz-se necessário a criação de uma política de segurança pública desenvolvida a partir da identificação e reconhecimento dos outros tipos de violência existente e que as soluções estão no enfrentamento das motivações que levam um cidadão a praticar aquela violência. Assim estaremos nos aproximando da forma correta de se enfrentar acima de tudo a forma gratuita que assistimos nos dias de hoje e principalmente na banalização da vida.
Fernando Trajano
021-86859609
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
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Para ser sincero,a sociedade civil no momento não estar precisando de debater nada.Já que o tempo todo em diversos espaços a sociedade discute as suas demandas e levam ao conhecimento dos gestores públicos.O que se ver são gestores fugindo das suas responsabilidades,e jogando a responsabilidade na nossas costas.
ResponderExcluirFalar em políticas de segurança pública não é falar em polícia.Já que políticas de segurança deve ser entendida como ações transversais e intersetoriais ,conforme proposta aprovada e deliberada na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública,no seu princípio VI.Proposta esta que elaborei e defendi na plenária da 1ª Conseg.
Agora,temos um péssimo exemplo de nossos legisladores e gestores. O tempo todo a Mídia divulga que milhões estão sendo desviados dos cofres públicos.Que licitações fraudulentas ocorrem o tempo todo,materiais e,medicamento,merenda escolares são desviados.
Políticos com extença folhas criminais concorrem as eleições ,como se não existisse leis capaz de impedi-los de viverem cometendo crimes.
Criminalizar a pobreza é uma forma de responsabilizar os pobres pelas mazelas cometidas por estes insanos,sonegadores de impostos,corruptos.
Uma coisa tem que ficar claro,não temos que polarizar o discurso entre violência e políticas públicas de segurança.
O que temos que lutar é por um Judiciário mais ágeis,fazer com que nossos Deputados,Senadores façam uma reforma no judiciário,onde as leis realmente contemple as demandas atuais.Não se justifica que em pleno Século XXI,tenhamos leis ultrapassadas e aplicadas no século XIX.
No meu ponto de vista as leis e a Justiça é que será parâmetros para a transformaçao de nossa sociedade.
Enquanto imperar a impunidade,todos acharão normal viver a margem das leis.
Tião Cidadão/Niterói.
Não me preocupa mais,o grito dos maus políticos,
dos corruptos,dos sem ética,nem o silêncio dos bons.
O que me preocupa é o consumo do crack ,drogadição,extermínio,o abandono das crianças,
dos adolescentes, nesta país.
Tião Cidadão. fone: [21]98878408.novo fone.
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Para ser sincero,a sociedade civil no momento não estar precisando de debater nada.Já que o tempo todo em diversos espaços a sociedade discute as suas demandas e levam ao conhecimento dos gestores públicos.O que se ver são gestores fugindo das suas responsabilidades,e jogando a responsabilidade na nossas costas.
ResponderExcluirFalar em políticas de segurança pública não é falar em polícia.Já que políticas de segurança deve ser entendida como ações transversais e intersetoriais ,conforme proposta aprovada e deliberada na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública,no seu princípio VI.Proposta esta que elaborei e defendi na plenária da 1ª Conseg.
Agora,temos um péssimo exemplo de nossos legisladores e gestores. O tempo todo a Mídia divulga que milhões estão sendo desviados dos cofres públicos.Que licitações fraudulentas ocorrem o tempo todo,materiais e,medicamento,merenda escolares são desviados.
Políticos com extença folhas criminais concorrem as eleições ,como se não existisse leis capaz de impedi-los de viverem cometendo crimes.
Criminalizar a pobreza é uma forma de responsabilizar os pobres pelas mazelas cometidas por estes insanos,sonegadores de impostos,corruptos.
Uma coisa tem que ficar claro,não temos que polarizar o discurso entre violência e políticas públicas de segurança.
O que temos que lutar é por um Judiciário mais ágeis,fazer com que nossos Deputados,Senadores façam uma reforma no judiciário,onde as leis realmente contemple as demandas atuais.Não se justifica que em pleno Século XXI,tenhamos leis ultrapassadas e aplicadas no século XIX.
No meu ponto de vista as leis e a Justiça é que será parâmetros para a transformaçao de nossa sociedade.
Enquanto imperar a impunidade,todos acharão normal viver a margem das leis.
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dos corruptos,dos sem ética,nem o silêncio dos bons.
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ResponderExcluirFalar em políticas de segurança pública não é falar em polícia.Já que políticas de segurança deve ser entendida como ações transversais e intersetoriais ,conforme proposta aprovada e deliberada na 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública,no seu princípio VI.Proposta esta que elaborei e defendi na plenária da 1ª Conseg.
Agora,temos um péssimo exemplo de nossos legisladores e gestores. O tempo todo a Mídia divulga que milhões estão sendo desviados dos cofres públicos.Que licitações fraudulentas ocorrem o tempo todo,materiais e,medicamento,merenda escolares são desviados.
Políticos com extença folhas criminais concorrem as eleições ,como se não existisse leis capaz de impedi-los de viverem cometendo crimes.
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O que temos que lutar é por um Judiciário mais ágeis,fazer com que nossos Deputados,Senadores façam uma reforma no judiciário,onde as leis realmente contemple as demandas atuais.Não se justifica que em pleno Século XXI,tenhamos leis ultrapassadas e aplicadas no século XIX.
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Criminalizar a pobreza é uma forma de responsabilizar os pobres pelas mazelas cometidas por estes insanos,sonegadores de impostos,corruptos.
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No meu ponto de vista as leis e a Justiça é que será parâmetros para a transformaçao de nossa sociedade.
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