REPASSANDO.
Enviado por Luiz Gustavo Schmitt -
20.2.2011
| 9h27m
Pronasci
Mais uma vez sem verba para segurança
Mesmo depois de perder por três anos consecutivos os recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, Niterói ainda não aprendeu a lição. Em 2010, a prefeitura deixou escapar mais uma vez a oportunidade de tirar do papel a sede do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM), que prevê a instalação de uma central de monitoramento de câmeras, além de um observatório social para analisar índices de violência e uma sala de reuniões para integrar as polí
cias, a Guarda Municipal e a Defesa Civil.
Segundo especialistas, o GGIM seria fundamental para coordenar os serviços públicos numa situação de tragédia, como a das chuvas de abril. Ao todo, a cidade já deixou de receber R$ 9,8 milhões do governo federal por apresentar falhas nos projetos e perder os prazos de inscrição — desde que aderiu ao Pronasci em novembro de 2007, por meio de um convênio com o MJ.
Prefeitura admite que não conseguiu concluir projeto
A prefeitura admite que o repasse foi inviabilizado porque o município ainda não conseguiu concluir o projeto, após três anos de tentativas. Apesar disso, cidades como Macaé e Maricá conseguiram ser contempladas e vão receber as ações este ano.
A gestão do Pronasci foi duramente criticada pelo presidente do Conselho Municipal de Segurança (CCS), Sebastião da Silva, mais conhecido como Tião Cidadão. Ele disse que o GGIM não consegue deliberar devido a falta de quórum em suas reuniões.
A Subsecretaria de Direitos Humanos admitiu a dificuldade realizar os encontros e informou que, no ano passado, o gabinete só se reuniu uma vez e que, mesmo assim, não foi possível deliberar porque não havia quórum. Ainda de acordo com a pasta, em 2011 serão feitas as correções necessárias para que a cidade consiga receber a verba do GGIM.
A íntegra da matéria está na edição deste domingo do GLOBO-Niterói.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
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É INADIMISSÍVEL QUE JOVENS EM VULNERABILIDADE SOCIAL DEIXE DE SER ATENDIDO PELO PRONASCI POR FALTA DE PROJETO E INCOMPETÊNCIA DOS GESTORES PÚBLICOS.
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